quarta-feira, 14 de julho de 2010

bons sonhos



E a noite chega e afirma de modo impetuoso que terei mais um dia sem você. Mais um dia longe dos teu carinhos e alegrias. Mas o brilho da lua, vem me dizer de forma aconchegante e alegre que eu não escute a noite cruel, mas sim perceba em seu brilho, que um dia se passou e falta menos pra que eu te encontre enfim no horizonte. Que eu me farte de seus braços e abraços, das nossas conversas que são breves nesses tempos distantes.
Fecho os olhos e sinto teu cheiro, sonho acordada. Acordo quase flutuante, pois sei que falta muito menos do que eu posso imaginar. Junto minhas coisas no quarto e me ajeito pra dormir, jogo um beijo em direção ao céu, como se tu pudesses sentir e saber naquele exato momento que estou pensando em ti, consigo visualizar em meus pensamentos seu sorriso bobo, como das vezes em que faço algo idiota. Sinta, meu beijo, meu cheiro, meu carinho. Bem e de fato sou idiota, e amo ser assim! Sou feliz assim. E como já dizia Jabor: "Antes idiota do que infeliz."
Deito na minha cama quentinha e abraço o Pedrinho osapofeio. E lembro que tu está distante da sua cama e da sua casa. Faço minhas orações e ainda com lágrimas nos olhos sinto um misto de saudade e felicidade me invadirem. Falta pouco, amor. São 23 dias, quase 22. Sentimentos tão distintos, mas tão iguais nesse exato momento. Nosso amor me causa isso, é a vida. E sou feliz assim. Peço a Deus que te guarde, te proteja e ilumine. Que Maria cuide de ti e interceda junto ao seu filho por ti. Fico repetindo pra mim mesma, falta pouco, falta pouco. Ainda me lembro do nosso beijo, beijo de despedida. Beijo bom, com carinho.
Se cuida, amor. Querido Mar, cuide bem do meu bem, sem balanços, okay? Querido Papai do Céu, guia meu Marinheiro, protege dos males e mares.
Amor, me cuida dai que te cuido daqui.

beijos com saudades, da sua pequena ;*

só pra complementar, um trecho de uma crônica de Caio F que li hoje, aos meus amigos e ao meu amor, pois sei que em vocês, eu posso confiar. Obrigada, meus amores.
"Para mim, atualmente, companheirismo e lealdade são meio sinônimos de felicidade. Meus amigos são muito fortes e muito profundos, são amigos de fé, para quem eu posso telefonar às cinco da manhã e dizer: olha, estou querendo me matar, o que eu faço? Eles me dão liberdade para isso, não tenho relações rápidas, quer dizer, tenho porque todo mundo tem, mas procuro sempre aprofundar. E isso é felicidade, você poder contar com os outros, se sentir cuidado, protegido. Dei esse exemplo meio barra pesada de me matar; Esquece, posso ligar para ver o nascer do sol no Ibirapuera às cinco da manhã. Já fiz isso, inclusive."



Um comentário:

Poly disse...

ain.....ameiii Camilaa...Muito lindo o seu texto.
Assim como todos esse foi incrível!
bjs

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